Constantes na oração



Ref: (Lucas 18.1-8)

Quero conversar com você hoje sobre a constância na oração.

Muitas pessoas ao lerem a passagem de Lucas 18, associam Deus ao juíz iníquo, porém; já de início me posiciono contrário a essa vertente, porque nosso Deus é totalmente justo. N’Ele não há sombra de iniquidade.

O que podemos observar no texto é que essa viúva encontrava-se numa situação bastante delicada, primeiro por ter perdido seu marido - ela não tinha mais aquele que ‘lutava’ por ela, que a defendia, que trazia a provisão pra dentro de casa. Segundo porque à semelhança de tantos judeus ela era oprimida pelos altos impostos devidos a Roma. Imagine; àquela época, uma mulher sem marido, sem dinheiro, com dívidas a serem pagas. Essa viúva tem muito a nos ensinar; porque ela persistiu. Ela ‘insistiu’ até receber o que precisava.

Nós não precisamos importunar o Senhor até recebermos o que desejamos; até porque na Sua soberania, Ele sabe o que é melhor pros seus filhos, mas devemos à semelhança da viúva, sermos persistentes, só que na oração.

“Orai sem cessar”. Nesse processo de constância na oração, ter um amigo (a) que ora, um homem, ou mulher de oração, faz toda a diferença. “É melhor serem dois que um…”

Meu irmão (ã), ore, persevere na oração, tenha uma vida diária aos “pés da cruz de Cristo”, você viverá coisas incríveis por meio, dessa ferramenta que quebra cadeias, libera respostas, transforma destinos.

Deus te abençoe!

Pr. Daniel Miglliozzi

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